15 de janeiro de 2010

Não se preocupe mais


com tanta bobagem, apenas viva! Quem te merece não te faz chorar...

Se for chorar que seja de felicidade! Não se preocupe tanto assim com o que dizem de você, o único que te conhece como ninguém é você mesmo. Dê valor a quem te ama, guarde as cartas de amor, jogue fora as ofensas. Viva cada dia como se fosse o último, não tente entender o mundo nem as pessoas, é perda de tempo. Apenas viva e sorria. Permita que a felicidade entre na sua vida, e não deixe que ela vá embora.
Um das filosofias de vida que parte de meus amigos, inimigos, amados, distantes, parentes me fizeram criar. E é dela que eu não me desgrudo mais.
Se quer saber, há diferentes personalidades que me cercam, mas eu sei que apenas uma é a que me define (define?): a de SER feliz.
É nisso que eu reparo, é disso que eu gosto.

13 de janeiro de 2010

Data do azar ou da sorte?

Como pode a vida esquecer de viver?
Parecia tão pacata a nossa existência, sem saber realmente que você estaria lá, esperando por mim.
Pretendo não ter intenção alguma, desejo algum, amor algum.

Ele recusou o que de melhor eu poderia oferecer, a amizade.

Não conhecer as fronteiras espalhadas por nossa cara e corpo é algo desumano.

Prato sujo em cima da mesa, é você quem deve lavar.

:*

12 de janeiro de 2010

Você percebe quando as coisas param.


Elas não apenas deixam de se movimentar. Elas por completo, perdem as forças. Força de viver.

Pelo bater de pé, pela birra, pelo grito indevido, até mesmo pelo sorriso bobo. Pessoas fazem do mundo seu centro. Do centro seu umbigo e daí tomam conta de que somos mais que isso, que precisamos realmente mais do que isso pra satisfazer nosso ego. Entende? Não, é claro. Você não possui atualizado o meu mundo. É, isso mesmo. Como pode você saber o que eu estou tratando nesse post nessa noite, se nem ao menos convive comigo, e tem aquela mania chata de querer criticar até Deus e o mundo?

Pronto, passou...

Um início de ano como esse merece mais uma taça de champagne.

Vamos festejar. A noite está calma, os pés estão com frio, o filme vai logo logo terminar. E... ainda escorre a maquiagem naquele rosto. Para! Respira! Bebaaaaaaaaa! A noite apenas começou. O ano está engatinhando.


Só perceba agora, que não há como se esconder.
Estamos bem, estamos sós, estamos em um só.



"... o que as pessoas menos valorizam é a coragem que possuem em seu peito, daquela em que nos serve e nos ajuda sempre, quando outros nos desanimam ou não querem nos ver felizes."



10 de novembro de 2009

Confia o mínimo no amanhã


Metade de mim já consome o que é seu.
Pare e pense, é bem rápido, eu juro: você vive enquanto está vivo?

Sério, por mais redundante que pareça, a pergunta é digna de reflexão.

Principalmente nós, jovens modernos, passamos a realizar nossas atividades, seja ela qual for, pensando apenas no futuro. Para que você está cursando o pré-vestibular? Em que momento você deseja aproveitar a caminhada até o cursinho, ver o sol queimar s0bre sua pele clara ou camiseta preta indesejável, passar no supermercado e não querer comprar nada, ver a flor cor-de-rosa caída no chão, cumprimentar a senhorinha que sempre lhe abre um sorriso logo às 6h50, interrogar por que aquela casa não tem mais gente, admirar-se pelo Fusca branco da esquina não estar nessa manhã estacionado...?
Sim, isso é algo em que ninguém pensa em fazer, ainda mais quando temos na ponta da língua a frase mais indelicada "Eu não tenho tempo para essas coisas".
Puxa vida! Quantos de nós já não dissemos essa idiotice? Na verdade, o tempo que "não nos cabe" somos nós mesmos quem driblamos. Ele existe, pode ter certeza, mas nós o suprimimos em ações que levam teeeempo de sobra.

Voltando à questão do vestibular, preciso reforçar que ele é um exemplo perfeito para essa postagem de hoje. Ou seja, você, estudante, farto da escola, farto das apostilas, dos trabalhos, das tarefas, dos professores, das dúvidas, só encontra-se numa sala de cursinho com o objetivo de ingressar em uma universidade. É isso! A sua aprovação da lista de matrícula do final do ano é o que te impulsiona. (...)

Triste. Triste. Muito triste. Não devemos ser curiosos para o que nos satisfaz em pouca quantidade. Precisamos dedicar nossa vida aqui, agora, hoje!
Contudo, minha viagem por uma sala de cursinho foi curta, bem curta, que por sinal trouxe-me experiências únicas de como saber fazer o presente. No início de 2009 eu era uma mera garota preocupada somente com o que seria da minha vida no mês de dezembro desse mesmo ano.
Foi aí que assisti uma das espetaculares aulas de Redação/Literatura com exemplos fortíssimos do tal aproveitar o dia, saca? Desse momento, eu parei! Parei mesmo, pois sabia que nada era mais importante do que minha vida, meus dias, meus minutos.


Faço disso tudo um apelo a você, pois isso não acontece unicamente com o sonho universitário. É diária essa minha percepção, como exemplo os trabalhadores com coisas demais a fazer rezam pelo próximo feriado, sabendo que de um jeito ou de outro ele vai chegar. Como as donas de casa no planejamento das férias, do Carnaval, na profissão do filho que ainda tem nove anos de idade. Assim como a família ideal, que após uma futura mulher e/ou homem perfeito, casam-se, têm filhos e profissões dignas.

E, por que pensar intensamente nisso tudo, se não vemos o dia acontecer? Claro que um planejamento básico a qualquer ser humando não causa danos e é até uma forma de nos organizarmos, porém, tenho visto exageradamente o planejamento de vida como única tarefa!

Decepcionante.
Portanto, se concorda com o que acabou de ler, não deixe a vida passar para chegar ao final dela e afirmar que ela é curta, certo?!


Um bom DIA a todos!
Maravilhosos minutos com seu animal de estimação.
Dedicado tempo com seu jardim e com seus vitrôs sujos.
Preciosos suspiros por aquele cheirinho de terra molhada
E, principalmente, exclusivos sorrisos a quem ver na rua.

17 de outubro de 2009

Amanhã é sempre o depois de hoje.

Um certo dia, o Sol brilhando radiante no céu azul, como um dia típico de praia, piscina e calor, gabou-se:
- Como eu sou importante e essencial para a vida. Todos precisam de mim. As plantas para fazerem fotossíntese, as pessoas para enxergarem, para viverem a vida. Estas estão sempre pedindo um dia de Sol para alegrar a vida, um final de semana ensolarado para poderem aproveitar, e sempre reclamando que o dia é muito curto e não dá para fazer tudo o que precisam. Enfim, sou essencial para tudo. Nossa, como eu sou demais.
Do outro lado, a Lua tranquila no céu escuro, ao lado de suas fiéis estrelas, diz:
- Olá sr. Sol! Será que o sr. poderia ser mais humilde e ver que há mais coisas no mundo para apreciar do que somente o senhor?
O Sol, assustado e surpreso por ver que a Lua lhe respondeu, rapidamente retruca:
- Ora, ora se não é a senhorita Lua. Como vai?
- Vou bem e feliz! - disse a Lua.
- Bom, não mais do que eu - respondeu o Sol
- E por que o senhor acha isso?
- Acho não, tenho certeza. Todos me adoram, me admiram e sempre pedem cada vez mais dias de Sol, ficam satisfeitos quando eu estou radiante no céu. É tudo o que eles mais gostam e tentam aproveitar ao máximo o dia. E, bom, à noite, quando dormem, as pessoas vagam em seus sonhos de um novo dia de Sol. Portanto, não vejo como você - pobre Lua que ninguém pede para ficar brilhando no céu e nem ficar sonhando com você - pode ser mais feliz que eu!
Nesse instante, uma pequenina e brilhante estrela que sempre estava ao lado da Lua, percebendo a exibição e nitidez do Sol e a tristeza da Lua ao ouvir suas palavras, diz calmamente ao Sol:
- Sr. Sol, concordo que um dia ensolarado é perfeito para aproveitar a vida e é muito bom também, mas do fim do dia, as pessoas voltam para suas casas, cansadas de tanta coisa que fizeram durante o dia e tudo o que querem é descansar, não é?
- Sim. -respondeu atento o Sol.
- Pois então, a noite quando a Lua aparece e mostra sua beleza singela e fácil de se observar - sem nem ao menos as pessoas precisarem usar óculos de sol - é a hora mais relaxante, calma e satisfatória para as pessoas. É o momento em que elas pensam que o dia foi tenso e cansativo, e nada melhor que uma linda noite de luar para descansarem desse dia e poderem aproveitar descansadas o próximo dia. Logo, a noite de luar é apreciável e essencial para as pessoas também. Pense comigo, sr. Sol, sem a noite de descanso, quem aguentaria enfrentar um dia de sol?
O Sol, percebendo seu egoísmo e arrogância, desculpa-se:
-Oh, Lua, me desculpe. Agora percebi como você é importante tanto para o mundo quanto para mim. Obrigado por fazer os meus dias valerem a pena e serem valorizados!



Assim, o Sol aprendeu que ninguém é totalmente independente, dependemos uns dos outros para sermos completos e conquistarmos os nossos ideais. Somo, portanto, a síntese da humanidade.


Autora desta fábula: Luma Carolina Câmara Gradim (minha marida que divide ap)