12 de fevereiro de 2010

Afinidades


Quando a perspectiva de lições diárias alheias corresponde com a nossa, percebemos que tudo o que queríamos era encontrar aquela exata pessoa, de interesses que nos matam de felicidade por serem os mesmos que os nossos, por pertencerem (em essência) àquilo que chamamos eu no outro...

Esta noite percebi de verdade (mais uma vez) que o preto e o branco muito mais que combinação exercem função de respeito, que vale pra toda a vida, geração de um bem maior.

Você já teve a ideia da experiência vivida até hoje? E nessa semana?
Por que tudo parece ter sentido e ao mesmo tempo não?

Vamos nos permitir!


3 comentários:

André Gasparini disse...

Tento dos os dias encontrar esta essência, e infelizmente a encontrei em algo que hoje não existe mais.

Espero que no próximo vc se supere. Como eu tento fazer todos os dias com o meu amor.

Belo post e quando der passe lá no meu terminei um novo capítulo.

http://aventureirourbano.blogspot.com/

Frederico Guimarães disse...

por pertencerem (em essência) àquilo que chamamos eu no outro.

genial ! vc é fora do comum e lê meus pensamentos! vc é mesmo minha mana !

eu tenho sentido muita falta de sentir isso ... parece que quando sinto..vai-se em bora ...
=/

fora do cumum F¹ ! quando eu crescer quero escrever como vc !

NEZIO JALOTO - Miojo disse...

Verdadeiramente tenho vontade de sentir isso, simples assim. Mas parece que nunca sou compreendido... ah! sei lá... hoje tô meio neurótico, rs! Ou será depressão de recaída não correspondida?!

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Sente-se, relaxe.